Conheça a família que investiu tudo em bitcoin para viajar pelo mundo

Didi Taihuttu é um holandês que vendeu todas as posses da família e, agora, está aproveitando os lucros da criptomoeda

Família Bitcoin

A “Família Bitcoin” está viajando pelo mundo aproveitando a valorização da moeda virtual (Foto: Instagram/diditaihuttu/Reprodução)

O holandês Didi Taihuttu é casado e pai de três filhas. Em 2017, decidiu mudar totalmente sua vida. Juntou a família, vendeu todos os pertences – de casa a brinquedos – para investir em bitcoins (moeda virtual) e viajar pelo mundo.

Graças ao compromisso com a criptomoeda, os Taihuttu ficaram conhecidos como a “Família Bitcoin” e passaram a viajar pelo mundo acreditando que o investimento continuará a render lucros por um bom tempo. O caso curioso foi divulgado pela emissora americana CNBC no último sábado (5/12).

Na época, eles compraram bitcoin por US$ 900 (cerca de R$ 4.590) a unidade e, alguns meses depois, em dezembro de 2017, a criptomoeda atingiu o ponto mais alto, chegando a US$ 20.000 (ou quase R$ 102.000).

Depois, a moeda virtual sofreu uma queda em 2018 – que não desanimou Didi, já que ele adquiriu mais – e desde então não parou de valorizar. No início de dezembro deste ano, o bitcoin voltou ao nível quase recorde, alcançando US$ 19.800. E há expectativa de que o cenário volte a melhorar em 2021.

“Entramos no bitcoin porque queríamos mudar nossas vidas. O que temos a perder? Sim, podemos perder todas as coisas materiais, perder todo o nosso dinheiro. Sim, não temos mais três carros, nem motocicleta. Mas, afinal, acho que, como família, ainda seremos felizes e vamos aproveitar a vida”, afirma Didi Taihuttu à CNBC.

Como mostra a emissora, em 2017, além dos veículos, a família também colocou à venda roupas, brinquedos e a casa de 230 m². Em seguida, ficaram acampados por um tempo na Holanda, e depois começaram a viajar pelo mundo, e a divulgar as experiências nas redes sociais, principalmente no canal que criaram no YouTube, além do perfil no Instagram.

Atualmente, pela publicação divulgada no sábado (5/12), a “Família Bitcoin” Se encontra em Portugal, desfrutando das praias.

Como surgiu a ideia

De acordo com Taihuttu, na entrevista para a CNBC, o novo estilo de vida de desapego surgiu após uma viagem de nove meses que fez com a família à Ásia, quando descobriram como as crianças viviam em áreas pobres da região. “Em alguns países elas brincam com pneus e paus. Isso abriu nossos olhos”, diz o holandês.

Apesar de “desprendimento” dos bens materiais, a família, que não tem conta bancária, consegue se manter graças aos lucros da valorização da criptomoeda. E as perspectivas não diminuem.

Nesse sentido, o próprio Didi está otimista. “Acho que no ciclo de alta veremos um pico de US$ 100.000 [cerca de R$ 510.000] em dezembro de 2021. Estamos passando por uma revolução que está mudando o sistema monetário. Temos a sorte de estar no meio disso agora”, comenta Didi Taihuttu à emissora americana.

Além de aproveitar a vida viajando com a família, ele doa parte de seus ganhos para instituições de caridade.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.