No verão teremos o fenômeno La Niña

Segundo informações divulgadas pelo Climatempo, as chuvas poderão ser mais intensas no centro-norte do Brasil, incluindo parte de Minas Gerais

Chuva com Cidade ao FUndo

Com o fenômeno La Niña, parte de Minas Gerais pode receber maior volume de chuva no verão (Foto: Pixabay)

Quando a superfície da água da região centro-leste do oceano Pacífico fica mais fria que o normal, ocorre um fenômeno climático chamado La Niña – o contrário é conhecido como El Niño.

De acordo com a Administração Nacional Atmosférica e Oceânica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, La Niña já está em atividade e pode ter 75% de chance de causar alguma interferência durante o inverno no Hemisfério Norte (verão no Hemisfério Sul).

O site do Climatempo explica que a mudança na temperatura do Pacífico altera a rotina dos ventos, especialmente os alísios, que circulam na altura da linha do Equador.

Impactos do fenômeno climático La Niña - Climatempo

Impactos no Brasil

Segundo o site especializado em meteorologia, esse fenômeno climático costuma aumentar as chuvas nas regiões nordeste e norte e reduzir os índices pluviométricos no sul.

“No sudeste e no centro-oeste a maior influência está na temperatura, que tende a ser mais amena nos anos de La Niña, em comparação com o seu irmão El Niño, que tem efeito oposto”, informa o Climatempo.

Com o resfriamento anormal do Pacífico, entre dezembro de 2020 e março de 2021, teremos maior probabilidade de ocorrência de chuvas acima da média na faixa centro-norte do Brasil – maior parte das regiões nordeste e norte e as áreas mais setentrionais do centro-oeste e do sudeste.

“Funcionando de maneira inversa, o impacto no sul seria de menos chuvas. Na região sudeste, os principais impactos são nas temperaturas, que ficam mais amenas”, diz o site brasileiro de meteorologia.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.